“Da Família”, “Da Escola”, “Da família e da Escola” e “Compromisso” são os 4 capítulos do novo livro de Daniel Sampaio - "Da Família, Da Escola, e umas quantas coisas mais" - que serão o ponto de partida para estas “Conversas de Fim de Tarde” no Pátio de Letras.
29 de agosto de 2011
Sáb. 10 Set, 18h: MIGUEL REAL apresenta o seu novo romancena Leya no Pátio

Lançamento de "A Guerra dos Mascates", ed. Dom Quixote, no prelo, o novo romance do filósofo e historiador Miguel Real, que evoca "O Amor romântico e ódio colectivo" num confronto entre aristocratas e pequenos comerciantes que mobilizou a totalidade da população das cidades de Recife e Olinda no século XVIII.
Miguel Real
é o pseudónimo literário de Luís Martins, ecritor, ensaísta, nascido em Lisboa, em 1953 e sintrense por adopção.
Licenciado em Filosofia pela Universidade de Lisboa e Mestre em Estudos Portugueses, pela Universidade Aberta, com uma tese sobre Eduardo Lourenço.
Miguel Real é professor de filosofia no ensino secundário e colaborador permanente do Jornal de Letras, onde faz crítica literária.
Da sua obra fazem parte o ensaio, o romance, o teatro e a filosofia.
No ensaio destacou-se com «Narração, Maravilhoso, Trágico e Sagrado em "Memorial do Convento" de José Saramago» (1995), «Portugal - Ser e Representação» (1998, Prémio Revelação de Ensaio Literário da Associação Portuguesa de Escritores 1995), «Padre António Vieira e o Ano de 1666» (1999), «A Geração de 90 - Romance e Sociedade no Portugal Contemporâneo» (2001), «Eduardo Lourenço - Os Anos de Formação: 1945-1958» (2003), «O Marquês de Pombal e a Cultura Portuguesa» (2005), «O Último Eça» (2006) e «Agostinho da Silva e a Cultura Portuguesa» (2007).
Na ficção distinguiu-se com «A Visão de Túndalo por Eça de Queirós» (2000, Prémio Ler/Círculo de Leitores 1999), «As Memórias de Branca Dias» (2003), «A Voz da Terra» (2005, Prémio Fernando Namora da Sociedade Estoril Sol 2006), «O Último Negreiro» (2006) e «O Último Minuto na Vida de S.» (2007). Em 2008, ano do 400º aniversário do nascimento do Padre António Vieira, editou «O Sal da Terra», romance sobre o imortal escritor, eclesiástico e diplomata. Em 2009 publicou o romance "A Ministra".
No drama, e juntamente com Filomena Oliveira, escreveu, entre outras, as peças «Os Patriotas» (2001), «O Umbigo de Régio» (2003), «Liberdade, Liberdade» (2004) e «1755 - O Grande Terramoto» (2006) - todas levadas à cena em teatros de Lisboa ou arredores.
18 de julho de 2011
2ª f dia 18/7, às 22h: Miguel Martins - New Trioing JAZZ
Miguel Martins - guitarra eléctrica
e ...mais um convidado surpresa
org: opatio@bar; entrada: 3 €
João Melro - bateria
Luis Henrique - baixoe ...mais um convidado surpresa
org: opatio@bar; entrada: 3 €
3ª f 19/7, 22h: "Cordas à Conversa com..." João Cuña e Ricardo Fonseca
Duo multi-instrumentalista que explora as diferentes sonoridades dos diversos cordofones, das guitarras acústicas e da guitarra portuguesa e Portuguesa MIDI, estabelecendo um diálogo em palco nos diversos estilos musicais, com temas originais e de outros compositores. Música instrumental com a fusão de diversos estilos: Tradicional, Jazz, Fado, Bossa, Blues, Latin Jazz.
João Cuña: Guitarra Portuguesa, Guitarra Portuguesa MIDI, Guitarra acústica
João Cuña: Guitarra Portuguesa, Guitarra Portuguesa MIDI, Guitarra acústica
Autodidacta desde os 14 anos, tocou em diversos projectos musicais, sendo de destacar os Projectos "Las Guitarras Locas" e "Amar Guitarra" com dois CDs editados em 2002 e 2007.
Formador em Novas tecnologias aplicadas à Guitarra (workshops em 2007, 2008 e 2009); professor de Guitarra acústica, eléctrica e Guitarra Portuguesa.
Autor e gestor do site www.guitarraportuguesa.com (maior comunidade on-line dedicada à Guitarra Portuguesa, fundada em 2007);
Director artístico e criador do "Festival da Guitarra Portuguesa - Algarve 2010" e Presidente da "Associação Guitarra Portuguesa com Futuro"
Exerceu actividades como Consultor para a Direcção Regional da Cultura do Algarve e Instituto das Artes, na Área da Música.
Ricardo Fonseca: Viola Campaniça, Cavaquinho, Viola Amarantina, Viola Beiroa,
Bandolim, Guitarra clássica
Auto didacta de formação toca guitarra clássica e eléctrica desde os 13 anos tendo começado a dar espectáculos aos 17 anos de idade.
No início da década de 90 inicia vários projectos de carácter alternativo em Almada tais como Big flower mind, Last Hope ou Saint Nicholas Farm onde explora todo o tipo de sonoridades na guitarra eléctrica.
No ano 2000 inicia um trabalho de estudo e dedicação ao Bandolim, ao Cavaquinho e às violas portuguesas (Amarantina, Beiroa, Braguesa, Campaniça, Toeira e Viola da Terra), começando a acompanhar projectos tradicionais como os Deambulando, altura em que realiza uma workshop com o guitarrista Nuno Rebelo e outra com o contrabaixista José Eduardo e tem aulas com o guitarrista Filipe Mendes.
Em 2002 conhece o cantor Francisco Naia com quem toca guitarra clássica e viola campaniça desde então tendo realizado arranjos, e co-produzido o seu último álbum "DE SOL A SUL" em parceria com o Nuno Faria.
Actualmente continua a dar espectáculos de vários géneros musicais e a realizar trabalhos de divulgação dos Cordofones Portugueses. A nível de formação neste momento está a ter aulas com o Guitarrista e Compositor Fernando Lobo.
org: opatio@bar; entrada: 3 €
9 de julho de 2011
“Juventude com Futuro é com a Constituição do presente!”
A "Plataforma do 35º Aniversário da Constituição da República Portuguesa (CRP)" está a preparar uma Sessão no Pátio de Letras em Faro, para o dia 13 de Julho, pelas 21h30.
O título do Manifesto, que deu início à plataforma (ver abaixo), será o mote para um debate que contará com a participação de dois convidados « Mário Cunha - Jurista e Ana Sofia - Plataforma», mas que pretende contar com a participação do público presente.
Participa, vem conhecer melhor a tua Constituição.
A Direcção da ARCM
Manifesto
“Juventude com Futuro é com a Constituição do presente!”
Ao longo das últimas décadas a situação da juventude portuguesa vem-se degradando e tornando cada vez mais dificil a vida de cada jovem. Exemplos não faltam: são os obstáculos ao acesso e frequência da educação que se multiplicam; são o desemprego e a precariedade a aumentar em flecha; é o acesso à habitação (para arrendar ou comprar) que é quase uma miragem; é a cultura que cada vez mais é um privilégio de alguns; é o desporto que cada vez menos podem praticar; é o nosso país metido e comprometido com as guerras e ocupações que destroem milhares de vidas por todo o mundo; e, cada vez mais, são crescentes os atropelos às liberdades e garantias de expressão e de associação.
Muitas vezes se diz que esta é uma situação inevitável e que não há alternativa a este caminho – que não nos resta senão aceitá-lo. No entanto, nós, jovens portugueses, sabemos que não é assim; sabemos que os problemas que sentimos na pele todos os dias têm responsáveis e são resultado de políticas que preferem privilegiar os interesses de alguns em detrimento do interesse e dos direitos de todos.
De facto, as leis e as medidas que se vêm aprovando ao longo das últimas décadas são praticamente todas de ataque aos direitos da juventude e, muitas delas, são até contrárias ao que vem inscrito na Lei Fundamental do nosso país, a Constituição da República Portuguesa (CRP), em geral, e no artigo 70 que é particularmente dedicado à protecção dos direitos dos jovens – como diz o próprio “Os jovens gozam de protecção especial para efectivação dos seus direitos económicos, sociais e culturais, nomeadamente: a) No ensino, na formação profissional e na cultura; b) No acesso ao primeiro emprego, no trabalho e na segurança social; c) No acesso à habitação; d) Na educação física e no desporto; e) No aproveitamento dos tempos livres”. Ora se assim é, porque é que vão acabar com o desporto escolar? Porque é que há milhares de jovens a abandonar o Ensino Superior todos os anos? Porque é que acabaram com o incentivo ao arrendamento jovem e o crédito bonificado? Porque é que há mais de meio milhão de jovens em situação de trabalho precário?
Por isto, neste ano em que se comemoram os 35 anos da aprovação da CRP exigimos que esta se cumpra e efective para que os jovens e todos os portugueses possam ter uma vida melhor, de realização pessoal e colectiva. Acreditamos e defendemos que o 25 de Abril é um momento marcante da história do nosso país e que não pode ser apenas uma memória longínqua e, por isso, continuaremos a lutar porque se cumpra o que a Revolução dos Cravos nos trouxe e que está, em boa parte, ainda inscrito na CRP, certos e seguros que só isso pode garantir um rumo de progresso e desenvolvimento ao nosso país!
19 de junho de 2011
Leituras Perniciosas: Poesia e Óptica

A edição de Junho do ciclo de poesia e arte "Leituras Perniciosas", que acontece na última sexta-feira de cada mês na Livraria Pátio de Letras, conta com José Jesus e David Bastos, e decorre sob o tema "Poesia & Óptica: A Câmara naufragada de Arno Zado". A sessão acontece a 24 de Junho às 22h, e a entrada é livre.
Sobre o ciclo
As “Leituras Perniciosas”, consistem num serão de poesia e leituras, em que a poesia tem tido lugar de destaque, que pretende divulgar poetas e escritores da região, preferencialmente os menos conhecidos, quer pela sua juventude, quer por não terem obra publicada.
As sessões são normalmente acompanhadas de música, imagens ou outro tipo de performance artística. A organização é de Joaquim Morgado e Pátio de Letras.
10 de junho de 2011
Lançamento "Entre as Cidades e a Serra" seguido de debate

Na segunda-feira, 13 de Junho, às 18h00, vai ter lugar na Livraria Pátio de Letras o lançamento do livro "Entre as Cidades e a Serra: Mobilidades, Capital Social e Associativismo no Interior Algarvio".
A obra, com a chancela da editora Mundos Sociais, é organizada por Renato Miguel do Carmo, e será apresentada pelo Reitor da Universidade do Algarve (UAlg), João Guerreiro, e por Alberto Melo, docente da UAlg e co-fundador da Associação In-Loco.
De seguida haverá um debate sobre os temas analisados no livro, com moderação de José São José, docente do Departamento de Sociologia da UAlg.
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